Grupo Cachaça com Arnica se apresentou no Alfândega Bar

Pela primeira vez fui ao Alfândega Bar (www.alfandegabar.com.br), uma casa muito simpática e agradável. Fui assistir ao Cachaça com Arnica, grupo de Itabirito que acabou de lançar o CD Samba da Roça. A Galera manda muito bem. Tocaram músicas que há tempos não ouvia. Com vozes impressionantes o grupo mostra a que veio. Sucesso pra eles.

Pra surpresa da noite duas grandes cantoras mineiras Dona Jandira (www.donajandira.com) e Dóris (www.dorissamba.com.br) estiveram lá e deram uma palhinha junto com o grupo.

Em seu site http://www.cachacacomarnica.com.br se apresenta assim:

Cachaça com Arnica
Bom para o estômago; bom para os ouvidos!

Samba do interior mineiro, “Samba da roça”, como intitula o primeiro álbum do Cachaça com Arnica. O grupo resgata e valoriza a cultura popular mineira em suas letras, que retratam acontecimentos bem humorados vividos pelos compositores, envolvendo personagens reais que integram o universo dos artistas. A cultura de raiz acompanhada pelo samba de raiz, chorinho e marchinhas. Além das músicas de própria autoria, no cardápio, músicas de João Nogueira, Cartola e Pixinguinha. Outro resgate, daquelas músicas que estão esquecidas das rádios.

Atualmente, o grupo se apresenta com a seguinte formação: Márcio Lima – Fuim (voz, flauta e violão), Manoel de Assis – Manezinho (violão de 7 cordas), Wellington – Cenourinha (cavaquinho), Nilberto Braga – Péia (voz e pandeiro), Marcelo Lima (voz e surdo) e Pirulito da Vila (voz, cuíca e tamborim).

Cachaça com arnica sempre foi um remédio que servia para tudo, desde a simples luxação até o ferimento grave, assim é está banda homônima, remédio para todos os males.

Assista aos vídeos no Alfândega Bar:

15/01/2012 at 18:12 1 comentário

Velha Guarda de BH apresentou no Centro Cultural Vila Fátima

No dia 06 de novembro o Centro Cultural Vila Fátima, coordenado pela Eliane Santos, apresentou o show com a Velha Guarda de BH. Um domingo onde a comunidade teve a honra de conhecer bambas como Mestre Conga,  Mauro Saraiva, Plínio Saraiva,  Silvio Luciano, Doneliza,  Clélia e Lúcia Bosco, Dona Lúcia e Mandruvá. Nesse dia nosso querido Ronaldo Coisa Nossa não pode participar.

Em julho foi lançado em BH o documentário RODA sobre a Velha Guarda de BH, dirigido por Carla Maia e Raquel Junqueira.
Para saber mais: http://rodaofilme.wordpress.com/

Assista os vídeos da apresentação no Centro Cultural Vila Fátima:

Velha Guarda BH – Mestre Conga – Lourdes

Velha Guarda BH – Mestre Conga – Meu Tamborim

Velha Guarda BH – Mauro Saraiva – Cem anos de Abolição

Velha Guarda BH – Mauro Saraiva – Você Me Deixou Chorando

Velha Guarda BH – Plinio Saraiva – Morro do Pau Comeu

Velha Guarda BH – Plinio Saraiva – Carinho Frouxo

Velha Guarda BH – Sílvio Luciano – Fantasias de Minas

Velha Guarde BH – Sílvio Luciano – Maracatu Tem

Velha Guarda BH – Donelisa – Obrigado Meu Deus

Velha Guarda BH – Donelisa – Todo Menino é um Rei

Velha Guarda BH – Clélia – Ave Maria

Velha Guarda BH – Lúcia Bosco – Canto das Três Raças

Velha Guarda BH – Lucia Santos – Tributo ao Artista

Velha Guarda BH – Mandruva – Camelô

18/11/2011 at 17:37 1 comentário

Rock in Rio 2011- Eu fui

Posso dizer com muita propriedade, que este foi um dos melhores programas que fiz nos últimos anos. No dia 01/10/2011, saí de BH às 14hs do sábado, em um vôo para o Rio com meus amigos Pedro e Renato. Chegamos ao aeroporto e logo procuramos onde ficava o ônibus para ir pro Rock in Rio. Quando vimos a fila de pessoas resolvemos pegar um taxi até o local mais próximo que ele pudesse nos deixar, pois sabíamos que era proibido chegar de carro até o Rock in Rio. Ao descer do taxi percebemos que os ônibus não estavam parando para pegar passageiros ao longo da avenida.

Como todo brasileiro e também carioca tem sempre um jeitinho, ouvimos um anúncio de uma água de côco e uma oferta de transporte com o dono da barraca. A princípio ficamos com certa prudência, logo em seguida conhecemos André, o dono da barraca. Uma morador com estilo hippie anos 70, todo tatuado e emanando aquela paz foi nos conquistando e assim aceitamos a oferta. Ele nos levou praticamente dentro do Rock in Rio passando por dentro da comunidade próxima onde morava. Não acreditamos no que havia acontecido. Em poucos minutos estavamos dentro do Rock in Rio sem pegar sol, fila ou ônibus. Sensacional! Nesse momento disse ao Pedro, tinha certeza que ia dar tudo certo, pois viajei pra ser FELIZ! Depois de tanto trabalho me permiti esquecer tudo e todos e me concentrei naquele momento único.

Ao entrarmos no Rock in Rio fomos logo as compras, depois fomos a Rock Street conhecer, passando pelas várias atrações até chegarmos ao palco eletrônico.  O sol ainda estava quente e fazia muito calor, quando resolvemos comprar 5 energéticos, como éramos 3 pessoas deu pra resolver a cede e iniciar o processo de não deixar a energia cair. Dali fomos para o palco Sunset ouvir Zeca Baleiro e descansar um pouco.

As 19 horas em ponto iniciou o show do palco principal com Frejat. A banda com uma elegância surpreendente fez um show maravilhoso. Ficamos emocionados.

Logo após veio Skank com Samuel Rosa fazendo o Rock in Rio tremer. O público respondeu ao chamado de Samuel para balançar camisas e bandeiras, foi maravilhoso. Além disso Samuel Rosa fez questão de levar uma câmera e filmar a plateia que esteve fantástica.

Em seguida os mexicanos do Maná trouxeram a essência da música latina ao Rock in Rio, com algumas músicas que fizeram parte de diversas trilhas sonoras de novelas.

A penúltima apresentação foi da banda Marron 5. O cantor me lembrou muito o Cazuza. Gostei da apresentação mesmo sem conhecer nada da banda.

O show da banda inglesa Coldplay encerrou com chave de ouro a noite, misturando sucessos antigos com músicas do próximo CD “Mylo Xyloto”. Chris Martin ainda homenageou o Rio de Janeiro ao escrever RIO na lateral do Palco Mundo. Ouvir 100 mil pessoas cantar Viva la Vida, Fix You e uma pequena homenagem a Amy com a introdução de Rehab foi algo inexplicável. A emoção vai tomando conta, os pelos do corpo todo vão se levantando como se fossem orquestrados pela platéia. Uma sensação de bem estar, de que Deus existe e aquele momento é a manifestação mais pura de sua existência. Um coro único de 100 mil vozes ecoando um sentimento de paz e alegria. Este talvez tenha sido o grande legado desse evento. Mostrar que em pleno século 21 ainda é capaz de reunir pessoas com um sentimento único de alegria e paz. Parecia que estavamos em woodstock.

Terminou o show por volta de 2h38 da manhã, deitamos na grama para descansar o corpo e os pés que já não estavam mais suportando a dor. Aguardamos até as 03h30 para esperar a saida da maioria das pessoas. Caminhamos até chegar próximo a portaria que dava passagem para pegar o ônibus para o terminal Alvorada, só que não tinhamos o Rio Card, tivemos que comprar. Achei que ia ser uma confusão, mas foi a coisa mais surreal que vi, havia algumas filas e entramos em uma delas, ao parar o ônibus um dos rapazes pergunta se quero ir sentada ou em pé. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Fiquei impressionada com tanta organização, fomos sentados ate o terminal e la pegamos outro ônibus que atravessou a cidade passando pelo aeroporto Santos Dumont e depois nos deixando no Galeão as 6 horas da manhã. Aguardamos até as 10 horas pra peagar nosso vôo de volta a BH.

Fiz esse registro em detalhes para que eu possa voltar a esse momento mágico de minha vida. Fica também meu agradecimento aos amigos e parceiros Pedro e Renato. VALEU!!!


21/10/2011 at 23:07 1 comentário

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