Elza Soares no I Love Jazz

O I Love Jazz teve o encerramento na Praça do Papa com  Elza Soares.  Aplaudida de pé por uma multidão que lotava a praça, a cantora carioca revelou parte do repertório que irá compor seu novo disco, ”My soul is black”, dedicado exclusivamente ao jazz.

Começou contando como e quando conheceu Louis Armstrong que encantou-se com o timbre rouco e grave de Elza Soares. Ele logo a chamando de ”my daughter” (minha filha, em inglês’). Ela disse: ”Eu não entendi nada. Eu falava com ele: eu não sou doctor, eu sou Elza Soares”, contou Elza, que emendou a história dizendo que retribuiu o cumprimento o chamando de ‘my father’ (meu pai, em inglês).

O show iniciou com What a Wonderful World, a música mais famosa de Armstrong e vários clássicos do jazz norte-americano, com destaque para a versão de Summertime, de George Gershwin, uma das músicas mais regravadas de todos os tempos nos Estados Unidos. A balada Cry Me a River também comoveu quem estava na Praça.

Com a presença do mineiro Nivaldo Ornelas no sax e do Argentino radicalizado no Brasil, Victor Biglione, na guitarra,  a cantora também fez um repertório brasileiro como: Retrato em Preto e Branco , Samba de Uma Nota Só e Garota de Ipanema de Tom Jobim e mencionou que Tom foi um dos músicos que, através da Bossa Nova, abriu as portas para o jazz no Brasil. Cantou Samba da Minha Terra, de Dorival Caymmi e terminou o show com ‘Oh, Minas Gerais’.

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