Categoria: Dança

Ancestralidade: Herança do Corpo – Cia. Baobá de Arte Africana

Criada em 1999, por Júnia Bertolino junto com o também bailarino e coreógrafo William Silva e o músico Jorge Áfrika, a Cia. Baobá de Arte Africana e Afro-brasileira surgiu para resgatar, no cenário das artes cênicas de Belo Horizonte, a representação e a valorização das matrizes africanas presentes na identidade do povo brasileiro, retratadas por meio da dança, da música, da poesia e do teatro. A Cia Baobá se baseia em pesquisas sobre a presença dessas matrizes no caldeirão da cultura nacional para desenvolver seu trabalho. Este ano, a Cia. Baobá completará dez anos de estrada e apresentará seu novo espetáculo de dança, intitulado “Ancestralidade: Herança do Corpo”. Direção-geral e coreografia: Júnia Bertolino; direção cênica: Evandro Nunes; direção musical: Mamour Ba; consultoria artística: Rui Moreira; preparação corporal: Mestre João Bosco; figurino: Marcial Ávila e Lu Silva; cenário: Luciana dos Santos; iluminação: Geraldo Otaviano; cabelos e maquiagem: Dora Alves, Marisa Veloso e Lú Santana; registro fotográfico e audiovisual: Netun Lima, Renata Mey e João Álvaro. Com: Jander Ribeiro, Jefferson Gomes, Tico Djambê, Luís Cardeal Evandro Nunes, Lu Santana, Lu Silva, Andréia Pereira, Gabriela Rosário, Gilmara Guimarães, Marisa Veloso, Júnia Bertolino e Victória Capilo.

Contato para show e informações: (31) 9917-6762  ou  3467-6762
Email: baoba.arteafricana@gmail.com
MySpace: http://www.myspace.com/ciabaoba

Projeto Zaz – Almg

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Sarandeiros apresenta o espetáculo Quebranto

O espetáculo Quebranto, do Grupo Sarandeiros,  grupo de dança folclórica,  inspirou-se no universo dos orixás. As histórias sobre os reis e rainhas africanos que se tornaram orixás (ori significa cabeça e ixá, guardião) são as bases para compreensão das coreografias, que têm assinatura de Gustavo Côrtes.

Utilizando pela primeira vez técnicas da dança contemporânea, aliada à experiência de 29 anos na performance baseada na cultura folclórica brasileira, o grupo surpreende por tratar de assunto polêmico com refinamento e pesquisa cuidadosa das lendas e dos movimentos específicos para cada orixá. A dança espelhada se quebra em dezenas de movimentos, cores e músicas (a trilha sonora é Tatá Sympa e Matusalém Vieira). 

Com 29 anos de existência, o Sarandeiros é um dos grupos mais atuantes na divulgação da cultura nacional com diversas turnês internacionais e premiações em vários países. Nesta nova montagem, o grupo mineiro procura quebrar preconceitos sobre as divindades africanas cultuadas no Brasil, retirando das lendas pesquisadas da narrativa oral, o argumento para realização do espetáculo. Depois de dois anos de pesquisas históricas, de movimentos e entrevistas com pessoas ligadas à área, com o apoio da Universidade Federal de Minas Gerais, o mais novo espetáculo do grupo nasceu.